Palavra do Presidente

Momento de transição

O último ano de um mandato possui algumas peculiaridades. É momento de fechar as contas, o que por si só já exige certa dose de serenidade, de senso de contenção de gastos e de estar o tempo todo ciente da necessidade de arrumar a casa para o (a) próximo (a) inquilino (a) que ocupará a cadeira de chefe do Executivo.

Na ótica da Amop, maior entidade municipalista do Paraná e referência em prestação de serviços especialmente aos municípios de pequeno e médio portes, o desafio é ainda maior. A entidade precisa encontrar meios de tornar esse rito de passagem o quanto mais sereno e de menor quantidade de solavancos possível.

Ao assumir o segundo mandato de presidente da Amop, encaro um desafio ainda maior do que o primeiro. Maior porque tenho a necessidade e o dever de fazer melhor, pois já adquiri experiência suficiente para isso. Juntamente com os demais membros da diretoria executiva, do conselho fiscal, dos departamentos técnicos e dos funcionários da Amop, mas principalmente ao lado de cada prefeito e prefeita, havemos de fazer a diferença.

E a necessidade de fazer a diferença se dá por uma série de circunstâncias. O Brasil e o mundo passam por um momento de intensas transformações. Do homem público, especialmente do (a) prefeito (a) de uma cidade, a sociedade exige serenidade, discernimento e sabedoria.

Por isso, precisamos deixar de lado aspectos político-partidários, ideologias ultrapassadas e dogmas antigos e dar lugar à harmonia, ao entendimento, ao trabalho e à realização de projetos para a busca do progresso e desenvolvimento dos nossos quase 1,5 milhão de oestinos.

Vamos continuar a investir em capacitação de agentes públicos, ou seja, no aperfeiçoamento de quem lida com os destinos da população. E, para os próximos prefeitos e prefeitas que serão eleitos e eleitas em outubro de 2016, prepararemos a casa para recebê-los (las) com treinamentos e qualificação para bem exercerem seus mandatos.